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A Psicologia Experimental começou a se preocupar com o estudo das cores somente no início do século passado.

Atualmente, nos centros médicos mais avançados é dada grande importância à Cromoterapia,  que ajuda o tratamento das enfermidades através da cor.

A cor, além de ser uma sensação ,constitui também uma espécie de vocabulário de nossos sentimentos; é comum em conversas se escutar referências a “dias cinzentos”, “futuro cor-de-rosa”, ”tudo azul”, “roxo de raiva”,  ” fulano amarelou”, etc.

Cor é

DIMENSÃO: aumenta ou diminui, aparentemente , os ambientes
PESO: pode tornar, aparentemente, os volumes mais leves ou mais pesados.
ILUMINAÇÃO: absorve uma parte da luz e reflete outra.
TEMPERATURA: imprime a idéia subjetiva de “quente” e de “ frio”.
SIMBOLISMO: forte relação com as tradições.
EMOÇÃO: associa-se diretamente ao psiquismo humano.

 

A cor tem magnífico poder de ação sobre sentimentos, sensibilidade e humor. Através da cor conseguimos transmitir mensagens que expressam sentimentos e desejos.

Além de seus efeitos na percepção, uma das qualidades mais importantes da cor é a impressão subjetiva de temperatura que ela cria. Os fundamentos destas reações, de natureza mais emotiva, talvez residam no fato do amarelo ser a cor da luz solar e o azul ,a cor  dos dias frios, o que já determina a associação imediata com “quente” e “frio”.

Observa-se ainda a necessidade de equilíbrio térmico por parte de nossa visão: quando os olhos se cansam de uma cor, procura, por uma razão fisiológica de restabelecimento de equilíbrio, a cor complementar.

Sabe-se perfeitamente que se duas cores são complementares, uma terá que ser “quente” e a  outra,”fria”.

As cores frias – violetas, azuis e verdes – agradam pelos seus efeitos de quietude e tranquilidade. Mas, à medida que assumem aspetos de frieza acentuada, criam um ambiente depressivo.

As cores quentes – amarelos,  laranjas e vermelhos – atraem pelos efeitos de vivacidade, calor e alegria. Mas, quando usadas em larga escala, criam um clima exagerado de excitação.

É o equilíbrio das cores num esquema adequado que cria o ambiente onde se tem prazer de ficar.

Cores também são dotadas de uma espécie de topografia: as cores quentes “avançam”, parecem sair de seus planos e aproximar-se de nossos olhos, são salientes, agressivas.

De outra maneira, as cores frias criam a ilusão de “profundidade” e dão a impressão de que estão situadas atrás dos planos que as contém.

As cores em tonalidades mais escuras parecem mais pesadas que as cores claras:
um pacote preto passa a impressão de mais pesado que um pacote branco;
1kg de algodão parece ser  mais leve que 1kg de chumbo.

As sensações de dimensão também caracterizam as cores: o olho humano não as foca da mesma maneira .

As “cores quentes” projetam-se atrás da retina, tornando a lente ocular mais convexa, o que dá a sensação de se perceber uma cor quente em maior extensão do que ela realmente possui.

As “cores frias”, focadas diante da retina, obrigam a lente ocular a tomar uma forma menos convexa, fazendo com que sejam vistas em menor superfície. A cor que apresenta maior dimensão é o amarelo, seguindo do vermelho e do branco.

Além do mecanismo ocular e mental das cores, são de grande importância as reações psíquicas que elas produzem, pois afetam diretamente a vida cotidiana, influem sobre gostos, decisões e idéias, integrando ativamente o quadro emocional das pessoas.

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